quarta-feira, 18 de março de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
Comentário para Elebic.
A culpa está presente na vida de todas as pessoas, mas algumas dão importância de mais, e outras, de menos.
As coisas acontecem porque têm de acontecer, não existe acaso.
Nossas ações ou a falta delas nos trazem conseqüências - às vezes mais sérias do que poderíamos esperar - que devem ser aceitas e tomadas como um aprendizado. Se a nota foi baixa, se o estudo foi pouco, isso deve se tornar um incentivo para o seu avanço, para uma nota boa e mais conhecimento.
Eu sinto muito por todas as minhas culpas ruins até hoje, mas também comemoro as boas. Culpa boa? Sim. Foi culpa minha me deixar apaixonar e sentar ao lado de Jean naquele 5 de maio e de lá nunca sair. A culpa de uma nota boa também foi toda, e somente(!), minha.
Além da existência de culpas boas, também há as não-culpas. Eu não conheci meu avô materno, porque não era nascida - culpa minha? Não disse adeus à minha avó e bisavó maternas, assim como ao meu avô paterno. Mas a culpa é minha pelo fato de eu não poder estar com eles? Esse tipo de coisa acontece pra deixar a gente mais maduro - ou pelo menos eu penso desse modo.
Portanto, não fique tão ruim assim por causa da sua culpa, por mais que sua relação com ela seja estreita. Mas use isso a seu favor para crescer. E procure pensar nas culpas boas também, que te trazem felicidades.
te amo, mesmo. :*
As coisas acontecem porque têm de acontecer, não existe acaso.
Nossas ações ou a falta delas nos trazem conseqüências - às vezes mais sérias do que poderíamos esperar - que devem ser aceitas e tomadas como um aprendizado. Se a nota foi baixa, se o estudo foi pouco, isso deve se tornar um incentivo para o seu avanço, para uma nota boa e mais conhecimento.
Eu sinto muito por todas as minhas culpas ruins até hoje, mas também comemoro as boas. Culpa boa? Sim. Foi culpa minha me deixar apaixonar e sentar ao lado de Jean naquele 5 de maio e de lá nunca sair. A culpa de uma nota boa também foi toda, e somente(!), minha.
Além da existência de culpas boas, também há as não-culpas. Eu não conheci meu avô materno, porque não era nascida - culpa minha? Não disse adeus à minha avó e bisavó maternas, assim como ao meu avô paterno. Mas a culpa é minha pelo fato de eu não poder estar com eles? Esse tipo de coisa acontece pra deixar a gente mais maduro - ou pelo menos eu penso desse modo.
Portanto, não fique tão ruim assim por causa da sua culpa, por mais que sua relação com ela seja estreita. Mas use isso a seu favor para crescer. E procure pensar nas culpas boas também, que te trazem felicidades.
te amo, mesmo. :*
segunda-feira, 2 de março de 2009
Loki candy.
Faltam dezesseis dias para o meu aniversário. E como já é chegado o mês de águas que fecham o verão - neste momento, caem os pingos lenta e tranqüilamente lá fora -, trago novas cores ao blog. Cores que lembram um bocado a Estação Primeira de Mangueira - uma de minhas favoritas. Apenas lembra. O motivo real não é a escola de samba em si. Aliás, nem mesmo sei se há motivo (hehe). Então pode ser que me perguntem por que não tentei mudar as cores.
Primeiro: eu realmente não encontraria nada que combinasse melhor com a imagem. Segundo: a escola de samba leva o nome da minha angiosperma favorita, a preferida desde os tempos de infância - não tão distantes - até hoje. Essa mesma mangueira me lembra o Neves, colégio onde tenho o prazer de estar há pouco mais de dois anos, e a feliz infelicidade de já estar quase saindo. E terceiro: voltando à infância, cresci junto com a mangueira que tenho no quintal de casa, que, apesar de alguns anos mais nova, já parece ser tão mais velha... Nos encarávamos, eu maior que ela, regando-a; nos encaramos, ela maior que eu, carregada de manguinhas e mangonas. Puro amor (risos)!
Todo esse papo nostálgico me faz lembrar de algumas coisas que tenho pensado a respeito da casa, da rua, do bairro onde moro. Mas acredito que eu posso deixar isso para uma outra oportunidade, outro post. No mais, sinto-me bem. (:
Primeiro: eu realmente não encontraria nada que combinasse melhor com a imagem. Segundo: a escola de samba leva o nome da minha angiosperma favorita, a preferida desde os tempos de infância - não tão distantes - até hoje. Essa mesma mangueira me lembra o Neves, colégio onde tenho o prazer de estar há pouco mais de dois anos, e a feliz infelicidade de já estar quase saindo. E terceiro: voltando à infância, cresci junto com a mangueira que tenho no quintal de casa, que, apesar de alguns anos mais nova, já parece ser tão mais velha... Nos encarávamos, eu maior que ela, regando-a; nos encaramos, ela maior que eu, carregada de manguinhas e mangonas. Puro amor (risos)!
Todo esse papo nostálgico me faz lembrar de algumas coisas que tenho pensado a respeito da casa, da rua, do bairro onde moro. Mas acredito que eu posso deixar isso para uma outra oportunidade, outro post. No mais, sinto-me bem. (:
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