A vermelha foi-se embora. Chegou e partiu com tal sutileza que mal fora notada. A azul ficou por mais tempo, ainda sendo boa. Ao raiar de um novo dia, transformou-se paulatinamente... Até que virou-se num arranhão; constantemente junto às paredes azuis palpitantes - agora doloridas.
domingo, 28 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Hoje.
É dia de dores. Da vermelha, e da azul. Mas ambas me vieram amenas. A primeira, tão tranqüila quanto a semana que a antecedeu. A última, veio com um quê de gostosura; aquela saudade boa de se ter ao sentir o perfume no abraço do casaco.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Beautiful Day.
Só para deixar aqui registrado este Dia Bonito e tão feliz que foi hoje... E ter a imagem nova como um complemento do meu presente ao moço Azul.
E o não amar você é loucura. :*:
E o não amar você é loucura. :*:
sábado, 13 de junho de 2009
Garganta.
Enxergava a realidade escura em meio ao sonho, enquanto abria os olhos. Dormira sem querer, pernas penduradas para fora da cama, braços em volta do travesseiro. Não tinha idéia de que horas eram, mas o breu ao seu redor a deixou atordoada e teve de levantar rapidamente - embora tonta - para acender as luzes da casa. Sua garganta - já irritada antes do cochilo - piorou, estava seca. E doía. Como esperado, seu braço doía também, em razão da péssima posição em que ficara na cama. Lavou o rosto várias vezes, tentando dissipar o embaralhamento em sua cabeça, e o vermelho dos olhos. Achou ter ouvido ruídos vindos do andar inferior da casa. Por um momento manteve-se assustada. Um momento a mais e desceu então à cozinha, em busca de água para aliviar a garganta. De início, nada adiantou. Viu no celular 17:42 - poderia não ser exatamente isso -, ainda um tanto grogue. Em frente ao computador, ligou o som, verificou seus e-mails e nada mais fez além de ouvir música. O telefone tocou, três vezes. Ao atender às chamadas, ouvia apenas o "tu tu tu" do outro lado da linha. Na quarta vez, deixou tocar, já irritada. Uma vez mais. Atendeu e ouviu a tão conhecida voz de Joana. A mãe disse-lhe que demoraria um pouco mais para voltar. Alice pensou em Rodrigo, sentia saudades. Só o veria na segunda-feira. As saudades aumentaram. Quis lembrar do sonho que tivera durante o cochilo; sabia que o rapaz estava nele (ou talvez apenas quisesse saber), mas não lembrou de nada. Acordara tão de repende que esqueceu-se. Teria mesmo que esperar para vê-lo novamente. Tentou conformar-se. Pôs-se a escrever. E a garganta ainda lhe doía.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Pausa para ouvir #2
oh no, i see
a spider web is tangled up with me
and i lost my head
the thought of all the stupid things i've said
oh no, what's this?
a spider web, and i'm caught in the middle
so i turned to run
the thought of all the stupid things i've done
oh, i never meant to cause you trouble
i never meant to do you wrong
and i, well if i ever caused you trouble
oh no, i never meant to do you harm
oh no, i see
a spider web and it's me in the middle
so i twist and turn
here am i in my little bubble
singing out, i never mean to cause you trouble
i never mean to do you wrong
and i, well if i ever caused you trouble
oh no, i never mean to do you harm
they spun a web for me...
Trouble - Coldplay
a spider web is tangled up with me
and i lost my head
the thought of all the stupid things i've said
oh no, what's this?
a spider web, and i'm caught in the middle
so i turned to run
the thought of all the stupid things i've done
oh, i never meant to cause you trouble
i never meant to do you wrong
and i, well if i ever caused you trouble
oh no, i never meant to do you harm
oh no, i see
a spider web and it's me in the middle
so i twist and turn
here am i in my little bubble
singing out, i never mean to cause you trouble
i never mean to do you wrong
and i, well if i ever caused you trouble
oh no, i never mean to do you harm
they spun a web for me...
Trouble - Coldplay
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