Uma pergunta, um pedido (ou dois), uma coisa séria e uma indireta (que ele não percebeu e ela não explicou, mas deu certo).
sábado, 25 de abril de 2009
sexta-feira, 24 de abril de 2009
Teimosa chuva.
Eram 15:01 quando ela olhou pela janela e viu o céu tão cinza, que parecia querer trazer a noite mais cedo, forçada pela chuva. Até seria bom que tal fato ocorresse, pois Rodrigo lhe fazia falta (nada de novo), e logo se veriam, na manhã seguinte. Mas o amanhã não estava nem longe, nem perto. Alice não fora à escola porque aquela crise de sinusite maldita provavelmente pioraria com o ar-condicionado da sala somado ao calor típico da cidade. Em casa, estudaria mais tranqüila e sossegada. Assim pensara e assim o fazia até aquele momento.
Ainda admirando o escuro do céu e o balançar do vento nas árvores, pegou uma folha em branco - arrancada de um antigo caderno -, e pôs-se a escrever o que lhe vinha à mente naquele(s) momento(s). Pensava sobre Rodrigo e sobre o que ele diria quando o assunto - aquele da mente dela - aflorasse para os dois, sozinhos. O que ele responderia era impossível. Impossível adivinhar ou mesmo tentar deduzir. Elasó sabia talvez soubesse que, no fundo, não fora à aula para adiar a resposta do rapaz amado. Queria e não queria vê-lo. Mas não podia pensar nisso. O sábado logo chegaria, trazendo consigo as provas.
15:33. Voltou seus olhos para o livro de História e deixou a chuva - ainda não caída - de lado.
Ainda admirando o escuro do céu e o balançar do vento nas árvores, pegou uma folha em branco - arrancada de um antigo caderno -, e pôs-se a escrever o que lhe vinha à mente naquele(s) momento(s). Pensava sobre Rodrigo e sobre o que ele diria quando o assunto - aquele da mente dela - aflorasse para os dois, sozinhos. O que ele responderia era impossível. Impossível adivinhar ou mesmo tentar deduzir. Ela
15:33. Voltou seus olhos para o livro de História e deixou a chuva - ainda não caída - de lado.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Wat?
Quem é que estava MUITO feliz hoje, hein? Quem?
Eu aprendi que dores físicas servem para avisar que alguma coisa vai acabar com sua felicidade e/ou seu dia mais tarde. Mas por quê diabos eu nunca lembro disso e sou pega despreparada?
Eu aprendi que dores físicas servem para avisar que alguma coisa vai acabar com sua felicidade e/ou seu dia mais tarde. Mas por quê diabos eu nunca lembro disso e sou pega despreparada?
domingo, 12 de abril de 2009
Oi
Passei a tarde olhando uma porrada de coisa na internet e tive muuuita vontade de fazer um suuuper blog com um template supimpa, postagens diferentes, sei lá. Eu realmente quero muito mudar. No momento, vou ficar por aqui mesmo, com o Tipsy bonitinho e coisital, e não me ocupar demais com atividades fora do colégio. Depois que passar o vestibular (e se eu passar nele), vou tentar relembrar html, xhtml, css; além de aprender a lidar com php e cutenews, hehe. Enquanto esse dia não chega, fico só aperfeiçoando (?) minhas técnicas (wtf?) para fazer layout, hohoho!
Pois é. Tenho feito muitos planos para o futuro, e pretendo, de fato, alcançá-los. No mais, vou tomar banho (esse escritório é quente demais x.x).
Bom restinho de páscoa para vocês, comam muito chocolate, pensem muito na vida (sem esquecer de vivê-la :D) e nãomeliga. Beigos.
Pois é. Tenho feito muitos planos para o futuro, e pretendo, de fato, alcançá-los. No mais, vou tomar banho (esse escritório é quente demais x.x).
Bom restinho de páscoa para vocês, comam muito chocolate, pensem muito na vida (sem esquecer de vivê-la :D) e nãomeliga. Beigos.
Pensamento.
00:55. Há cinqüenta e quatro minutos, havia decidido parar a exibição do anime que assistia e ir dormir. Deu uma última olhada na sua lista de amigos (?) online e viu algo que lhe chamou a atenção. Um verso de música daquela banda agora partida em pedaços. Lembrou e sentiu a velha vontade de brincar de ser feliz. Apenas tinha saudades dos quatro irmãos, e talvez evitasse ouvi-los na aflição de que não voltassem para ela. Mas, de volta aos contatos - eram 32 ali -, trocou algumas poucas palavras com seu interlocutor. 00:48. Ambos calaram-se. Ela resolveu escrever. No relógio - três minutos atrasado -, 01:06, desconectou-se o rapaz, enquanto ela ainda escrevia. A conversa com ele, para ela, não fora de fato importante.
Rodrigo fazia falta. Por isso ela ouvia músicas que o trouxessem para perto. Apesar de ser o terceiro dia separada de seu rapaz, ainda podia sentir seu perfume e seus carinhos, sua fala e seus gestos. Cada detalhe daquela quarta-feira maravilhosa - e a mensagem por ele enviada depois da meia-noite - permanecia ali, ao redor de Alice. As lembranças mantinham-na feliz, de pé, aguardando anem tão demorada tarde de segunda.
01:23 e ela lembrou que sentia-se verdadeiramente mais velha, bonita e um pouco confiante. Pensou nas mil coisas que desejava e planejava fazer no futuro. Pensou em seu irmão - que viera da capital nacional para a Semana Santa em casa. Pensou no chocolate que devoraria mais tarde, após o almoço; e na saída aleatória combinada com dona Joana, para a tarde - ou noite - de domingo. Pensou que poderia ter visto mais dois episódios daquele anime, mas valera a pena ficar apenas escrevendo - mesmo que pouco. Então pensou em mais nada. Em Rodrigo, em chocolate; em dormir. Alice subiu para seu quarto. 01:39.
Rodrigo fazia falta. Por isso ela ouvia músicas que o trouxessem para perto. Apesar de ser o terceiro dia separada de seu rapaz, ainda podia sentir seu perfume e seus carinhos, sua fala e seus gestos. Cada detalhe daquela quarta-feira maravilhosa - e a mensagem por ele enviada depois da meia-noite - permanecia ali, ao redor de Alice. As lembranças mantinham-na feliz, de pé, aguardando a
01:23 e ela lembrou que sentia-se verdadeiramente mais velha, bonita e um pouco confiante. Pensou nas mil coisas que desejava e planejava fazer no futuro. Pensou em seu irmão - que viera da capital nacional para a Semana Santa em casa. Pensou no chocolate que devoraria mais tarde, após o almoço; e na saída aleatória combinada com dona Joana, para a tarde - ou noite - de domingo. Pensou que poderia ter visto mais dois episódios daquele anime, mas valera a pena ficar apenas escrevendo - mesmo que pouco. Então pensou em mais nada. Em Rodrigo, em chocolate; em dormir. Alice subiu para seu quarto. 01:39.
sábado, 4 de abril de 2009
Cara ou coroa?
Vinha no ônibus acompanhada por dois. Um desceu. Depois, a outra. Ela ficou só, mas não se sentiu mal por isso. Sempre gostara de andar em ônibus, observar as pessoas na cidade - tão intrigantes. Fazê-lo sozinha era, de fato, mais adequado. Mas especialmente naquele sábado, ela estava desatenta às movimentações humanas. Voltara-se para si. Tempos depois de subir um degrau na idade, finalmente sentia-se mais velha. Relembrava suas ações de pouco tempo atrás, conversando na parada do ônibus. Comparava-as com as de dias antes, quando ainda ficava chateada por insignificâncias extremas. Alice se via mais ela, mais bonita, muito mais. Pela primeira vez era como se fosse mais velha, de verdade. Na mente, no corpo, na essência.
Mais tarde, no banho, pegou-se com os mesmos pensamentos que tivera naquele banco de ônibus. Enxergava-se muito mais, e ao mesmo tempo sentia-se muito menos. A falta de Rodrigo insistia permanentemente em perfurar com um graveto a mesma ferida, mal coagulada. Por isso buscou distrações que lhe trouxessem alegria, como os mais novos companheiros de classe, por exemplo. Muito maravilhosos. Inclusive, ouvia as músicas que Ulisses lhe entregara na sexta-feira. Ouvia na tentativa de relaxar, enquanto desabafava tudo a Rodrigo. Não queria desesperá-lo, mas ela mesma já se desesperara. No fim, tudo daria certo, não?
Alice como uma moeda: dois lados.
E o sábado praticamente já se findara. Planos para o domingo ela já tinha: filmes, comida, música, livro; passar o dia em casa sem ao menos o pijama tirar.
Mais tarde, no banho, pegou-se com os mesmos pensamentos que tivera naquele banco de ônibus. Enxergava-se muito mais, e ao mesmo tempo sentia-se muito menos. A falta de Rodrigo insistia permanentemente em perfurar com um graveto a mesma ferida, mal coagulada. Por isso buscou distrações que lhe trouxessem alegria, como os mais novos companheiros de classe, por exemplo. Muito maravilhosos. Inclusive, ouvia as músicas que Ulisses lhe entregara na sexta-feira. Ouvia na tentativa de relaxar, enquanto desabafava tudo a Rodrigo. Não queria desesperá-lo, mas ela mesma já se desesperara. No fim, tudo daria certo, não?
Alice como uma moeda: dois lados.
E o sábado praticamente já se findara. Planos para o domingo ela já tinha: filmes, comida, música, livro; passar o dia em casa sem ao menos o pijama tirar.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Pincelada azul.
Há uns dias eu baixei um pacote de brushes pro Photoshop, e resolvi brincar um pouquinho, hehe. O resultado tá aí: mais um pseudo-layout do Tipsy (o engraçado é que nunca me referi assim ao blog, até agora). Originalmente a imagem não era dessa cor. Aliás, a imagem não era nem essa. Cortei, copiei, colei, juntei, mexi, remexi, sobrepus, apaguei, modifiquei tudo. Mas voltando à cor - que não era essa -, era rosa. Aí eu achei rosa demais, e rosa demais me enjoa. Peguei um tom de azul random (ok, nem foi random), pincelei tudo por cima, e ficou assim, bonitinho. :)
Pincelada azul. O título do post, duh, eu sei, que merda (risos). Foi o que veio na cabeça, oras. Depois eu percebi que era o sétimo layout do blog, aí me toquei o porquê do azul, mesmo inconsciente (não tente entender por quê, é interna). Blue Love. Outro dia, quando eu não tiver mais o que fazer, eu venho aqui e posto todos os layouts até o atual :D. E isso me lembra que em fevereiro o pobre Tipsy fez um ano e eu nem escrevi nada! Como sou má, sou má.
Ok, eu de fato deveria estar postando mais um pseudo-capítulo da minha pseudo-fic, e não enrolando. Mas sabe aquele bloqueio que eu tenho durante a época das aulas? Pois é. Por isso o "Liebhaber" tá pequeno, mal escrito e blá. Eu queria pôr novos personagens, mas eu ainda nem escrevi sobre um episódio que me veio em mente há tempos e que já deveria estar aqui. Não me matem ç.ç! Tá, não é como se eu tivesse um milhão de leitores que me cobrassem pra escrever logo...
Omg, estou num monólogo bizarro aqui. Há muito tempo eu não escrevia assim, haha. Mas talvez eu só precisasse de um bom e velho diário pra pôr o que dá na telha da Tianisa, e não da Alice. Mas esta última retornará em breve. E a primeira idem! ;P
Sou bizarra e tô loki hoje, beigos. *-*
Águas de Março - Elis Regina *o*
Pincelada azul. O título do post, duh, eu sei, que merda (risos). Foi o que veio na cabeça, oras. Depois eu percebi que era o sétimo layout do blog, aí me toquei o porquê do azul, mesmo inconsciente (não tente entender por quê, é interna). Blue Love. Outro dia, quando eu não tiver mais o que fazer, eu venho aqui e posto todos os layouts até o atual :D. E isso me lembra que em fevereiro o pobre Tipsy fez um ano e eu nem escrevi nada! Como sou má, sou má.
Ok, eu de fato deveria estar postando mais um pseudo-capítulo da minha pseudo-fic, e não enrolando. Mas sabe aquele bloqueio que eu tenho durante a época das aulas? Pois é. Por isso o "Liebhaber" tá pequeno, mal escrito e blá. Eu queria pôr novos personagens, mas eu ainda nem escrevi sobre um episódio que me veio em mente há tempos e que já deveria estar aqui. Não me matem ç.ç! Tá, não é como se eu tivesse um milhão de leitores que me cobrassem pra escrever logo...
Omg, estou num monólogo bizarro aqui. Há muito tempo eu não escrevia assim, haha. Mas talvez eu só precisasse de um bom e velho diário pra pôr o que dá na telha da Tianisa, e não da Alice. Mas esta última retornará em breve. E a primeira idem! ;P
Sou bizarra e tô loki hoje, beigos. *-*
Águas de Março - Elis Regina *o*
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