terça-feira, 22 de março de 2016

Irremediavelmente, segundas-feiras são improdutivas para mim. Por mais que eu tente fazer dar certo. Por mais que eu me programe e me esforce... - bem, um pouco.

Para te dizer a verdade, nos últimos tempos, qualquer dia tem sido bem passível de improdutividade. Eu ando desligada do mundo. Voltada aqui para dentro do meu próprio umbigo. Tentando entender o qq tacon teseno na minha vida. Tentando ter certeza do que quero no futuro. Tem sido uma jornada interessante, intensa, diferente de tudo que já passei. Acho que, no fim, tudo é mesmo aprendizado. Bola pra frente? Sim, de um jeito ou de outro. Só preciso ainda descobrir um jeito de procrastinar menos e produzir mais.


Exceto nas segundas... É que, irremediavelmente, segundas-feiras são improdutivas para mim.

18 de março de 2016

Sou só gratidão.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Pausa para ouvir #8

Eu não sei dizer nada por dizer
Então eu escuto
Se você disser tudo o que quiser
Então eu escuto

La la la la la la la la

F a l a

Se eu não entender, não vou responder
Então eu escuto
Eu só vou falar na hora de falar
Então eu escuto

Fala





Dos silêncios.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Minha vida de bióloga: a coca-cola

Existem vários tipos de biólogos - já que a Biologia é uma área tão maravilhosamente ampla, que é bem difícil muita gente fazer exatamente a mesma coisa. Eu sou daquele tipo que ama o campo. Antes de continuar, é importante ressaltar que, quando digo "campo", não quero dizer o ambiente campestre-bucólico-arcadismo like, mas sim expedições ao famigerado "mei do mato". Eu amo estar no meio do mato. Esse é o tipo de bióloga que eu sou.

Entre os biólogos de mei-do-mato, existe um encantamento famoso. Primeiro passo: você vai pro campo, coleta, caminha, escorrega, cai, leva galho na cara, corre, se perde, se arranha... Depois de tudo isso, vem o pós-campo. E é aí que o negócio faz efeito. Esse encantamento nada mais é do que: a louca e incontrolável vontade de tomar uma coca-cola bem gelada no pós-campo. Não importa que você tenha reduzido o refrigerante na sua vida. Não importa se você nem mesmo gosta de coca-cola. O pós-campo exerce uma força invisível, e inevitável, que nos dá vontade de tomar o danado desse refrigerante. Aí você bebe, e parece que o mundo é outro, o mundo fica melhor, o mundo fica mais bonito, o calor passa, a sede passa...

E aí você pode seguir feliz.