Às vezes
eu sinto
aquele nó
no peito,
na garganta
E me pergunto:
nó de amor
dói?
terça-feira, 20 de setembro de 2016
quarta-feira, 24 de agosto de 2016
Pausa para ouvir #9
i hope it doesn't seem
like i'm young foolish and green
let me in for a minute
you're not my life but i want you in it
and i hope it's sinking in
that behind your perfect skin
there's a part of you that's free
and i know that there's a place for me
like i'm young foolish and green
let me in for a minute
you're not my life but i want you in it
and i hope it's sinking in
that behind your perfect skin
there's a part of you that's free
and i know that there's a place for me
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Sobre encontros místicos
Já imaginou ter a oportunidade de conhecer seu eu de vinte anos pra frente? Eu nunca pensei nisso. Até que eu a conheci. Conversamos, rimos e, nos identificamos de tal maneira que, a única explicação possível era a de que somos a mesma pessoa. Só que em épocas diferentes da vida. Como nossa alma se partiu em duas e nascemos com duas décadas de diferença? Eu não sei explicar, mas só pode ter sido isso que aconteceu.
Acredite, coisa louca é você se reconhecer em alguém vinte anos à frente. Mas sabe qual é a melhor parte dessa loucura toda? É ficar tranquila de que a sua personalidade, seu espírito de piadista, sua essência... vai ficar lá, do mesmo jeitinho, sem morrer em função da vida adulta. É ver que é possível ser eu e ser adulta nesse mundo. Mesmo daqui vinte anos.
Obrigada, Mari.
terça-feira, 17 de maio de 2016
You don't only belong to yourself
Era interessante como, por vezes, a ideia de desaparecer dava a impressão de que se resolveriam todos os problemas - dela e das pessoas em volta. Se, por um acaso, ela deixasse de existir, isso não facilitaria a vida de todos - ou, no mínimo, diminuiriam suas preocupações? Naqueles dias, essa era uma constante em sua cabeça.
O problema é que lhe faltava coragem de, efetivamente, desaparecer. Era apegada demais às pessoas, à vida. No fundo, ela ainda tinha muito medo da morte e da solidão. No fundo, ela era mesmo covarde.
Você não pertence somente a si mesmo. Ela acreditava nisso. Por isso lhe faltava a coragem. E talvez isso seja, no fim das contas, algo corajoso nessa breve jornada que é ser humano.
Você não pertence somente a si mesmo. Ela acreditava nisso. Por isso lhe faltava a coragem. E talvez isso seja, no fim das contas, algo corajoso nessa breve jornada que é ser humano.
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