sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Pausa para ouvir #11

love, what did you do to me?
my only hope is to let life stretch out before me
and break me on this lonely road
i'm made of many things, but i'm not what you are made of

only now do i see the big picture
but i swear that these scars are fine
only you could've hurt me in this perfect way tonight
i might be blind but you've told me the difference
between mistakes and what you just meant for me

don't say you ever loved me
don't say you ever cared
my darkest friend was

have you forgotten all the lies you left there so fresh
turning old in the air
and now, you have no weapons
you can try to get close to those i love
do you really think they don't know what you're made of

only now do i see the big picture
but i swear that these scars are fine
only you could've hurt me in this perfect way tonight
i might be blind but you've told me the difference
between mistakes and what you just meant for me

don't say you ever loved me
don't say you ever cared
my darkest friend

(don't say you ever)
(don't say you ever)
(don't say you ever)

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Modo de falar

Se arrependimento matasse, eu já estaria morta. É o que dizem. É modo de falar, ditado, essas coisas. Geralmente não mata mesmo não.

Mas, às vezes, sabe?, às vezes mata. Não num sentido literal; mata por dentro. Quebra, rasga e arranca um pedacinho da alma - se é que essa tal existe -, e fica ali, largado, no meio da sala escura, nas palavras não ditas - na garganta, nas coisas não feitas. E aí, depois de um tempo, você ouve uma música bem inocente que te faz lembrar de tudo sem um motivo realmente tangível. E, toda vez que você lembra, escorre uma lágrima, ou umas lágrimas. E cada lágrima parece que vai arrastando com ela um pedacinho daquele retalho (de alma) pra fora do corpo. Vai levando lavando lavando e levando.... até parecer que limpou toda a sujeira da morte.

Será que é isso que um dia faz a gente se sentir vazia lá dentro? Será que alma existe e cada pedacinho quebrado dela é lavado pra fora quando a gente chora? Será que é por isso que chorar é uma lavagem?

Então quer dizer que a gente sempre morre um pouco pra permanecer viva?

Isso tudo faz algum sentido, ou eu é que estou sentida?

Mas não é nada sério. É só modo de falar.

Depois passa.

domingo, 26 de março de 2017

Sometimes

it feels like i'm fading away...

sexta-feira, 17 de março de 2017

Sobriedade

Você precisa ser mais sóbria com relação aos seus sentimentos. Não quero dizer que não deva senti-los, mas que não deve transbordá-los a todo momento. Muito embora seus problemas explosivos ocorram em função de trancafiar o que sente aí dentro por muito muito tempo, acredito que talvez seja melhor aprender a expressá-los de maneira menos... "ébria".

Talvez o grande negócio fosse conseguir ser mais racional. Não racional a ponto de se tornar uma pessoa fria, mas pra conseguir controlar o transbordamento em momentos inapropriados.

Ainda não sei te dizer como, mas espero um dia poder explicar letra-a-letra. A menos que você encontre a solução sozinha.

Por enquanto, se cuida.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Inesperado

o poder que o tempo exerce sobre o coração das pessoas