Eram 15:01 quando ela olhou pela janela e viu o céu tão cinza, que parecia querer trazer a noite mais cedo, forçada pela chuva. Até seria bom que tal fato ocorresse, pois Rodrigo lhe fazia falta (nada de novo), e logo se veriam, na manhã seguinte. Mas o amanhã não estava nem longe, nem perto. Alice não fora à escola porque aquela crise de sinusite maldita provavelmente pioraria com o ar-condicionado da sala somado ao calor típico da cidade. Em casa, estudaria mais tranqüila e sossegada. Assim pensara e assim o fazia até aquele momento.
Ainda admirando o escuro do céu e o balançar do vento nas árvores, pegou uma folha em branco - arrancada de um antigo caderno -, e pôs-se a escrever o que lhe vinha à mente naquele(s) momento(s). Pensava sobre Rodrigo e sobre o que ele diria quando o assunto - aquele da mente dela - aflorasse para os dois, sozinhos. O que ele responderia era impossível. Impossível adivinhar ou mesmo tentar deduzir. Elasó sabia talvez soubesse que, no fundo, não fora à aula para adiar a resposta do rapaz amado. Queria e não queria vê-lo. Mas não podia pensar nisso. O sábado logo chegaria, trazendo consigo as provas.
15:33. Voltou seus olhos para o livro de História e deixou a chuva - ainda não caída - de lado.
Ainda admirando o escuro do céu e o balançar do vento nas árvores, pegou uma folha em branco - arrancada de um antigo caderno -, e pôs-se a escrever o que lhe vinha à mente naquele(s) momento(s). Pensava sobre Rodrigo e sobre o que ele diria quando o assunto - aquele da mente dela - aflorasse para os dois, sozinhos. O que ele responderia era impossível. Impossível adivinhar ou mesmo tentar deduzir. Ela
15:33. Voltou seus olhos para o livro de História e deixou a chuva - ainda não caída - de lado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário